Desse lado

você não vê o sapo

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Urgência de sobrevivência e pelos interesses imediatos

Eu me indagava sobre o sentido de tanta labuta. O propósito do esforço sem fim, que leva a NADA, deixando as pessoas vazias e desiludidas... Tristes e alquebradas. Mesmo já sabendo o que as pessoas eram por trás de todos os subterfúgios, mentiras para si mesmas. Com vergonha da humanidade.

O cheiro forte de gordura humana vêm através da brisa noturna. A escuridão fria e sufocante prossegue eternamente, e nós estamos sozinhos, vivemos a vida, sem nada melhor para fazer. Depois inventamos razão. Nascemos do vazio, temos filhos, condenados ao inferno como nós, voltamos ao VAZIO. Não existe mais nada. A existência é aleatória. Sem padrão a não ser o que imaginamos depois de contemplar tudo por muito tempo. Sem sentido a não ser o que escolhemos impor.

O mundo desgovernado não é moldado por vagas forças metafísicas. Não é Deus quem mata as crianças. Não é o acaso que as trucida nem é o destino que as dá de comer aos cães. SOMOS NÓS. Só nós. É como se o contato contínuo com os elementos mais cruéis da sociedade o tivesse tornado pior do que eles, mais cruel. Os elementos mais cruéis somos nós. Quem seria mais cruel do que nós mesmos?

3 Comentários:

Blogger Aynore. disse...

Randon nela,
na existencia!
vamos existir em parte, uma de cada vez, construir uma loucura adequada para coisa nem uma!

vamos ser crueis
e caprichar no randon.

Randon nela!

14 de novembro de 2008 às 20:49  
Blogger a unica que escreve ao coronel disse...

Você está muito metafísico ultimamente.

15 de novembro de 2008 às 05:10  
Blogger Não ao óbvio disse...

você não é melhor porque não faz psicologia, eu já te disse.

15 de novembro de 2008 às 18:11  

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